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Mapas Sem Rota
Fui eu que fechei a porta da sorveteria naquela sexta-feira, às nove da noite, com o letreiro de néon
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A bolsa de couro gasto
A festa de casamento em Petrópolis tinha tudo para ser inesquecível. Taças de cristal alinhadas sobre
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Casa Própria, Vadim que se vire sozinho
Casa própria, Nelson que se vire sozinho Sabe, por muito tempo eu não conseguia contar isso pra ninguém.
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O cão que ela salvou voltou com um cheque de dois milhões
O salão de festas do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, cheirava a lírios e champanhe francês.
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A bandeja que caiu na festa de Petrópolis
A mansão em Itaipava brilhava sob os lustres de cristal, e ninguém ali duvidava de que Rogério Vasconcelos
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O currais que Bianca não sabia que eu tinha fechado antes do casamento
Os currais que fechei antes do casamento Eu construí a Fazenda Boa Esperança com as próprias mãos, pedra
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O apelido que a sogra esqueceu que existia
A chuva caía em cordas sobre a Rua das Acácias, em Curitiba, quando Rogério jogou a mala de Beatriz para
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Mãos que Pagaram a Faculdade de Thiago Valadares
Minhas mãos parecem um mapa de cicatrizes — queimaduras do Veja Multiuso, juntas tortas de artrose, pele
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Contratei um ator e ele desmascarou meu ex na churrascada em Búzios
Quinze anos de casamento e, num domingo qualquer de março, Rogério largou a xícara de café na mesa da
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Como o pastor de Ibiraçu guardou a porta de Dona Terezinha
Três anos seguidos, todas as noites, Dona Terezinha Alcântara descia os três degraus da varanda com uma