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No enterro de Dona Isaura, o advogado enfiou um envelope de papel manteiga na minha mão. Meu nome escrito
No enterro de Dona Isaura, o advogado enfiou um envelope de papel manteiga na minha mão. Meu nome escrito
Rosa Andrade não pisava no abrigo da Zona Norte de Belo Horizonte havia três anos, desde o inverno em
Setenta e um anos, e ainda assim Zeca insistia em me acordar às seis da manhã, focinho frio empurrando
Minha irmã, Beatriz, sempre foi do tipo que resolve as coisas sozinha. Ela tem quarenta e um anos, mora
Eu trabalhava na casa do Dr. Breno Alves há sete anos. Cuidava do jardim, lavava os carros, trocava lâmpada
Fico parada no corredor com a xícara de café já frio na mão e não consigo dar mais um passo.
O salão do Buffet Villa Cristal, em Campinas, cheirava a lírios e a molho de vinho tinto. Lá fora, o
Marta estava agachada na sala, mexendo nos álbuns de fotografia. O notebook de Sérgio piscou em cima
# O mar devolveu o que ela tinha perdido Eu varria a areia em volta das mesas do meu quiosque quando









